Passar seis ano em agonia não é algo que as pessoas costumam aguentar. Mas a jovem Carly Goff passou por isso após uma viagem em Fiji, uma ilha no Pacífico Sul. Tudo por conta de um peixe mal cozido que estava com o parasita Gnathostomiasis.

“Eu fiquei muito doente e com muita dor”, relatou Carly. “Meu rosto ardia muito, como se tivessem jogado ácido nele.” O parasita tem a aparência de uma minhoca, só que com dentes. Além disso, costuma comer o tecido da pele e dos músculos se movendo pelo corpo todo.

Como Carly aguentou seis anos de dor e sofrimento é difícil dizer. Quando decidiu ir ao hospital, o tratamento indicado era matar o parasita de fome.

O caso serve como um importante alerta. Encontrado em animais mal cozidos como peixes, frangos, répteis, enguias e sapos. As regiões onde eles se encontram são geralmente Ásia, algumas partes da África, Américas do Sul e Central também. Sem falar que esses bichinhos costumam navegar pelo corpo em áreas como o pulmão, o cérebro e até a bexiga.

E graças a Deus, a jovem removeu o parasita, caso contrário, o problema poderia ter sido fatal

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